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domingo, 18 de dezembro de 2011

O primeiro Pinheirinho dos Pinheiro e um Natal cheio de Amor a todos e todas



Já que a época é de Natal, esse blog apresenta aqui a primeira árvore de Natal da casa dos Pinheiro, segundo memórias da Maria Helena. Ela contava orgulhosa que, assim que começou a trabalhar, comprou o pinheiro de Natal, enfeites e o presépio e deu de presente para a Vó.
Na foto, o pinheiro está montado em local de destaque, atrás da janela da sala da casa e fica ao fundo nas fotos da data, adornando a reunião da família Pinheiro no Natal de 1960.

Da esquerda para direita, dá para reconhecer a Vó Ecilda sentada de lado (logo atrás dela e bem na porta estão uma menina e uma outra pessoa que não sei quem são). Da porta para a direita estão o Iedo e a Maria Helena, namorados na época, o Renato e a Vó Saturna (Saturnina Flores, nossa Bisavó e bruxa, de quem esse blog contará algumas histórias oportunamente). Por fim, ao lado do Renato também tem um rosto de menino que não reconheço. Ao fundo a árvore enfeitada  e a mesa repleta de garrafas de champanhe mostram que a foto foi após a meia-noite do Natal de 1960, provavelmente tirada pelo Saul, fotógrafo da família.
Noite de Natal da família Pinheiro, 1960

O Blog do Marcus Feio de Lemos deixa aqui um grande abraço com espírito Natalino a toda a família Feio de Lemos, certamente existente em algum dos cantos do Brasil e de Portugal. Deixa também um abraço apertado a todos os Pinheiro, Flores, Silva, Kern, Dal Bosco, Menegat, etc. que compõem este clã e que, mais do que nunca, nesse período de festas e de confraternização, enviam de coração aberto muita luz, muita paz, amor e saudades ao Marcus e à Maria Helena, à Vó Ecilda, ao Vô Joventino, ao Saul, ao Raul e ao Sandro Pinheiro, nossos amigos queridos dessa e de outras passagens.
Feliz Natal a todos e todas.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Festa na casa dos Pinheiro. Casamento da irmã mais velha da Lena, madrinha do Marcus

Da esquerda para a direita: Rui Pinheiro e Clarice, os noivos Sônia e Osmar, a Lena (linda, com 16 anos) e o Godinho e namorada. Abaixo José Eli - padrinho de casamento e o filho José Eli Júnior, 18/04/1959
O ano era 1959, o mês era abril. A casa dos Pinheiro se abriu em festa para o primeiro casamento da família. A mais velha das três irmãs formalizava seu enlace com o noivo Osmar. Ainda não entrevistei a Sônia para buscar mais detalhes do acontecimento, tempo de namoro, noivado e tal. Invisível na foto, nem presente na barriga ainda, estava a Rose, trabalhando para que tudo acontecesse e ela pudesse vir ao mundo, dali a dois anos, exatamente, em abril de 1961.
Na foto está a Maria Helena Pinheiro (a Lena, mãe do Marcus) no frescor dos seus 16 anos - só completaria 17 anos em outubro.  Estão também o Rui e a namorada Clarice, que viria a ser sua esposa e mãe do Celso André Pinheiro, logo em seguida. Escondidos lá por dentro e tratando de atender a todos na festa estão o Seu Joventino e a Dona Ecilda, donos da casa e primeiros na linhagem.
E não dá para dizer que o Marcus não estava também trabalhando por aí, pois é sabido que os noivos tiveram sua residência na Rua Morretes, ali, bem na dobrada da esquina da Assis Brasil e foi ali, naquela sala e naquele sofá que o Marcus viria a ser encomendado...

domingo, 15 de maio de 2011

Lena deixou admiradores por aqui


Desprezando pretendentes por aqui, a Lena decidiu que era melhor viver o sonho e a curiosidade de se enamorar por alguém que não conhecia.
Por aqui havia alguns que ansiavam por um sorriso, um olhar mais demorado, qualquer coisa.
Na casa do seu Joventino e da dona Ecilda, circulavam rapazes de várias idades, “amigos dos guris”, como ela me dizia.
Namorados ela não teve muitos e nisso a Sônia poderá nos ajudar um dia. Registros temos muito poucos. Muitos permaneceram amigos a vida toda, outros nem tanto.
Dentre os amigos do Raul Pinheiro, havia um que nunca foi namorado, mas foi igualmente importante: além de se tornar amigo dela e da família toda - foi quem ensinou Contabilidade e o primeiro empregador da Lena, o Felipe (Idelmar Felipe Albrecht).

Dentre os amigos do Saul Pinheiro, dos quais eu sempre ouvi histórias a vida toda, estavam o Beneamin* (sic), o Iedo e o “Polaco”.
O Beneamin*(sic) foi o responsável pelo relacionamento.

O Iedo foi um namorado da Lena que, dizem os que viram, virou um admirador para sempre.
O José Dias (o Zé Dias), que viria a ser o meu padrinho de batismo, não sei quase nada, além do fato de que ele era bonito, negro, militar, alegre e companheiro e, lógico, que foi loucamente apaixonado pela Lena. Não sei sequer amigo de qual dos irmãos ele era, para ser convidado a visitar a casa dos Pinheiro lá no IAPI.
Outro que eu soube que amou a Lena sinceramente, mas nunca foi correspondido, foi o Polaco. Sobre este, parece que o nome dele era “Angelino”*(sic), eu sei que ele serviu o Exército com o Saul, que nasceu e viveu na Glorinha e que foi caminhoneiro.
Histórias com o Polaco ainda vamos contar outras, pois há diversos momentos da vida do Marcus que se passaram na Chácara dele, com a presença da Vilma, esposa dele, do Rogério e dos outros filhos.
Lena e o namorado Iedo no balanço, no pátio de casa

domingo, 1 de maio de 2011

O começo de tudo...


Mário Feio de Lemos, aquele que viria a ser o Pai do Marcus
 Este é o começo da história e começa alguns anos antes do Marcus nascer. Conta um pouco da (nossa) história e dos movimentos que o universo fez para que o Marcus nascesse.

Maria Helena Pinheiro, a irmã do meio dos 9 filhos da Dona Ecilda Flores Pinheiro e do Seu Joventino "Zito" Pinheiro era jovem e bonita. Comos os demais irmãos, 6 homens (Raul Pinheiro, Saul Pinheiro, Rui Pinheiro, José Jones Pinheiro, Roberto Pinheiro e Renato Pinheiro) e 2 mulheres (Sônia Maria Pinheiro e Vera Regina Pinheiro), trabalhou desde guria. Aos 13 anos, a Lena já trabalhava no escritório de Contabilidade do Idelmar Felipe Albrecht, na esquina da Avenida Brasil com a Benjamin Constant.

Maria Helena, aqui com 13 anos, um dia viria a ser a Mãe do Marcus

Dentre aqueles que frequentavam a casa da Dona Ecilda, estava um grande amigo do Saul, funcionário da VARIG, Beneamin *(sic), o qual viajava pelo país e trazia histórias para contar. Numa dessas andanças pelo Nordeste, mais precisamente em Fortaleza, no Ceará, conheceu um rapaz de vinte e poucos anos, filho de Christalina Lemos e de Mário Feio de Lemos, aquele que viria a ser o pai do Marcus um dia, Mário Feio de Lemos Júnior.
Uma vez estimulada a curiosidade dos dois jovens a respeito de um e do outro, passaram a se corresponder e, da troca de cartas, veio a necessidade de se conhecer. Assim, das economias da Lena saiu a passagem aérea até Fortaleza (embarcada no duas hélices Elektra - mas essa é outra historia) e, mesmo tendo nascido em diferentes extremos do país, iniciaram o namoro.
O ano era 1963 e, numa das visitas do Mário Feio ao Rio Grande do Sul, mais precisamente no apartamento da Morretes onde moravam a Sônia, o Osmar e a Rosemary (aqui também rende uma oooooutra história), ficou traçado o destino da Lena e do Mário e, num encontro mais tórrido, Deus disse: FIAT MARCUS.